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Derramarei a última gota vermelha na estrada da ilusão deste sangue que goteja demarcando uma paixão.

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

A rua
Estava Constance em uma pastelaria às vezes ela se dá o trabalho de ir até suas presas mais não demorou muito lá estava o repugnante da vez, ele se aproxima e faz gracejos comuns aos homens de sua nojenta espécie ela com sua sedução e sagacidade retribui mais ainda não havia motivo pra a execução saborosa até que ele a toca, passa a mão em sua coxa e esse é o momento pensa Constance com planos cada vez mais... Digamos divertidos na cabeça ele pede para que eles vão até o carro dele que está na outra rua, uma rua calma sem movimento para que eles fiquem mais a vontade, Constance com sede de sangue aceita.
Já na tal rua e com aquele homem em suas mãos o prende com seu próprio cadarço pelas mãos no volante do carro ele imagina uma divertida e prazerosa brincadeira Constance ri o deixa cada vez mais sedento de seu corpo numa dolorosa tortura carnal para aquele pobre ser e cada vez mais Constance quer terminar logo com aquilo e chega a hora do final, a hora predileta dela rapidamente ela enfia seu punhal na região do abdômen e o deixa sangrar o beija para que seus gritos sejam abafados enquanto ele agoniza ela ri e com peninha dele ela arranca o punhal e coloca vagarosamente dessa vez em seu coração, ele a apaga num momento mais que prazeroso termina classicamente com um banho pétalas de rosas e sai por aquela rua sem movimento.

terça-feira, 25 de outubro de 2011

Cozinha
Indo para sua aula de gastronomia, pois mexem com facas Constance vê a sua presa um homem que a chama e com atitudes repugnantes a tira do sério mais uma presa perfeita ela retribui a suas investidas com aquele sorriso e ele a quer Constance segue faz com ele a siga numa esquina ela o surpreende agarra-o pela nuca e o beija ele a leva para a casa dele Constance adora sua cozinha diz que ali seria perfeito para ele a possuir mais ingênuo caiu na teia dela vagarosamente Constance começa seu ritual a sedução seguida de sua nudez ele a coloca na mesa ela faz com que ele se vire e corta-lhe a garganta e suas orelhas  jorra sangue muito sangue num misto de diversão e pena, pois ele era bonito mais sua veia pulsa por sangue e isso nada a dizer joga sua pétala e sai de um lugar onde nunca esteve.

domingo, 23 de outubro de 2011

Currículo

Numa rua qualquer segue Constance, vazia e só. De repente para de frente com ela um carro vermelho e abaixa o vidro e o homem cinicamente diz que está aceitando currículos, logo Constance não admite mais sentiu vontade de resolver tudo ali mesmo mais logo entrou no jogo  ridículo e infeliz daquele nojento ser entra no carro e da umas risadinhas aquelas de sua teia...
O silêncio predomina o carro até que Constance pede pra que ele leve a para um lugar calmo e sem muitas pessoas, pisca para que ele sinta que ela o quer... Mais o que ela planeja é mal puro mal o homem segue sem perceber nenhuma intenção que não seja a dele.
Chegam a uma praça deserta e com poucos bancos e muita mata ele propõem que fiquem mais a vontade ela ri e aceita com um gesto de cabeça começa a se despir lentamente e ele se torturando mais longe Constance diz que precisa ir até o carro, pois tem uma surpresinha...
Constance volta mais misteriosa que antes, faz com ele perca todos os sentidos com carinhos na orelha pensa homem desprezível e corta lhe a garganta com uma tesoura ela caindo sobre o mato com esguicho de sangue jorrando de seu ferimento Constance ri e se lava naquela fonte de sangue imundo. Busca sua pétala coloca sobre o ferimento e sai, pois nada aconteceu ali.

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Vizinho.
No corredor em direção ao varal para pegar a toalha Constance vê uma sombra no muro olha de novo e sumiu. Mais no banheiro ela percebe que está sendo observada não gosta mais tem um plano nada comum pra ele mais na cabeça de Constance é pura diversão o que está por vir.
Constance faz com que ele perceba que ela já o viu ali e se insinua para que ele venha até ela, então ela o traz para seu labirinto onde tudo que ali está ela domina ele chega cheio de vontade de agarra-la mais ela o interrompe pede que ele fechasse os olhos e vulnerável ele aceita ela corre para o banheiro e deixa a toalha que cobre seu corpo cair ele com cada vez mais vontade enche seus olhos com tanta sedução e começa a se despir ela faz com que ele chegue mais perto cada vez mais perto... Um segundo depois se ouve apenas um grito e uma risada.
Com uma sutilidade e eficácia Constance crava em seu coração imundo e cheio de hostilidades um punhal que carregava entre suas pernas ele cai sangrando Constance se diverte com o caminho de sangue que se forma no piso do banheiro branco. Mais logo se irrita pois terá que limpar tudo aquilo mais o faz rapidamente e aquele corpo nu e inútil ela se livra o arrasta até a calçada e o deixa  sentado com uma pétala de rosa amarela tampando seu ferimento marca de Constance.