A rua
Estava Constance em uma pastelaria às vezes ela se dá o trabalho de ir até suas presas mais não demorou muito lá estava o repugnante da vez, ele se aproxima e faz gracejos comuns aos homens de sua nojenta espécie ela com sua sedução e sagacidade retribui mais ainda não havia motivo pra a execução saborosa até que ele a toca, passa a mão em sua coxa e esse é o momento pensa Constance com planos cada vez mais... Digamos divertidos na cabeça ele pede para que eles vão até o carro dele que está na outra rua, uma rua calma sem movimento para que eles fiquem mais a vontade, Constance com sede de sangue aceita.
Já na tal rua e com aquele homem em suas mãos o prende com seu próprio cadarço pelas mãos no volante do carro ele imagina uma divertida e prazerosa brincadeira Constance ri o deixa cada vez mais sedento de seu corpo numa dolorosa tortura carnal para aquele pobre ser e cada vez mais Constance quer terminar logo com aquilo e chega a hora do final, a hora predileta dela rapidamente ela enfia seu punhal na região do abdômen e o deixa sangrar o beija para que seus gritos sejam abafados enquanto ele agoniza ela ri e com peninha dele ela arranca o punhal e coloca vagarosamente dessa vez em seu coração, ele a apaga num momento mais que prazeroso termina classicamente com um banho pétalas de rosas e sai por aquela rua sem movimento.

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