Quem sou eu

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Derramarei a última gota vermelha na estrada da ilusão deste sangue que goteja demarcando uma paixão.

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Parque
Numa reação de conforto e comodidade Constance levanta-se e veste sua roupa de festa e sai ao encontro de um repugnante para lhe divertir passa por um parque de diversões famoso na cidade entra e almeja um desses será o meu delírio,segue em direção ao escuro do parque espera anoitecer e logo aparece seu individuo de forma vulgar chega nela com mãos e fazendo coisas que Constance repudia em um ser mais logo começa a brincadeira ela propoem um jogo de esconder mal sabe ele que as brincadeiras de Constance são verdadeiras ela se vira e faz com que ele tente se esconder dela mais ele esperto fica atrás dela e a puxa por tras fazendo que seu corpo sinta o dela ela o leva para o lugar mais escuro do parque faz-lhe carinhos comuns há um homem ele cai em tentação ela o morde e arranca-lhe um pedaço da buchecha ele corre ela é rápida o encurralou dentro de um daqueles castelos que há em parques começa a diversão de Constance ele treme como um ratinho acuado mais ela grita grita que o quer se aproxima dele e arranca suas vestes se delicia com o medo em seus olhos e ruídos de pedidos de socorro ela o fecha num carrinho e corta-lhe os dedos dos pés assim não poderá ir tão longe ela ri enquanto ele sangra como uma rosa esmagada nas mãos daquela mulher Constance o acorrenta nos trilhos do tal carrinho e liga o brinquedo que chega até o homem e corta-lhe as pernas ele grita sangue jorra e num súbito ato de misericórdia ela decepa sua cabeça e lavada de sangue mais com sorriso nos lábios joga-lhe pétalas de rosas e diz:
_Diversão de uns morte de outros e sai pelo túnel escuro linda e bela.

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Obra
Repare no relógio dele aqueles de camelô barato jeito de pião de obras ignorante que trata as mulheres como objeto presa fácil mais como Constance está com um pouco de pressa é ele quem ela escolhe começa todo o ritual sedução cabelo, olhares, gestos, em questão de minutos ele está como cachorrinho atrás dela hoje Constance está afim de se arriscar leva-o para um edifício em construção aquele cenário rustico e inacabado mexe com o extinto de Constance logo passa em sua cabeça para muitos doentia  milhares de forma de sentir prazer em definhar aquele ser, pensa em reconstruir  aquele homem ela sorri ele chega perto ela o amarra em uma das varias colunas que há ali Porque eles sempre acham que é uma brincadeirinha serem amarrados? Com insinuações em seu ouvido Constance rasga-lhe as vestes e o arranha vorazmente como um lobo, ele apenas diz para ela ir com calma ela logo acha um canivete em seu bolso e com ele começa a escrever em seu peito sua carne pulsa seu coração acelera ouve-se muitos gritos e claro como não pode faltar sangue muito sangue escorre no corpo daquele homem Constance percorre a obra e acha uma furadeira ela se encanta pelo barulho que a furadeira faz e a traz sorri para ele e começa furo por furo em seus braços Constance o chama de pião ele agoniza e não têm mais forças para gritar ela anda mais um pouco e acha uma arma de pregos dá-lhe um beijo e se coloca a frente dele mira seu rosto, pois Constance não quer lembrar ele depois, dispara erra muitos mais acerta os necessários para que ele morra Constance ri muito alto deixa suas pétalas e vai como uma leve brisa linda e bela.

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Tarde
Numa tarde quente e cheia de suor Constance se depara com um sujeito bem apessoado e de mãos calejadas mais com o mesmo desrespeito de todo homem machista ela o deixa louco com olhares e gestos sedutores, pois em sua cabeça Constance o tem em pequenos pedaços ela o trás até sua casa suas armas de delírio estão lá ele a segue por onde vai chegam até o quarto ele deita ela segue até o banheiro coloca uma roupa provocante para mexer com os pensamentos dele  assim deixa-lo vulnerável ela o prende na cama e logo se mostra colocando agulhas em suas panturrilhas ele se assusta e ela apenas sorri e o olha com desejo de sangue Constance brinca com pequenos alfinetes em suas coxas fazendo ele gritar mais para ela são sussurros de dor e prazer ela logo cansa e pega um prego e martela seus pulsos fazendo sangrar cada vez mais e ela ali no meio se sentindo ótima ele implora para que o deixe ir Constance se irrita e corta-lhe a língua para que a deixe ter prazer em silêncio ele sangra ela se banha ele a olha com dor ela não quer se sentir culpada arranca-lhe os olhos com uma simples colher ele ainda está ali Constance termina com um golpe de machado no pescoço jorra sangue muito sangue Constance sorri e sai linda e bela após jogar pétala de rosa sobre o corpo.

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Vingança
Constance e sua presa num galpão um homem desprezível e nojento como todos os outros mais esse ela mataria com mais prazer, pois esse a magoou profundamente amarrado e amordaçado numa cadeira ele vê seus membros sendo arrancados  um a um uma dor que adormecia os ouvidos de Constance que sorria e cochichava no ouvido dele coisas que faziam ele se arrepender e implorar por sua vida mais nada adiantava Constance tinha mais que prazer ali, ela cortou suas mãos com um machadinho, seus dedos do pé com alicate sangue muito sangue jorrava em todo o galpão ela pega sua tesoura e enfia em sua coxa ele grita ela corta sua língua com uma pequena faca ferramentas simples mais que fazem uma estrago com um martelo quebra o braço dele ele desmaia de dor mais não por muito tempo pois ela o reanima para ter o prazer de mata-lo olhando em seus olhos mais antes do xeque mate ela trás o óleo quente e derrama sobre a região do peitoral dele e novamente ele desmaia Constance esse irrita e crava uma parte da garrafa de champanhe em seu coração e assim joga a sua pétala e o deixa linda e bela.