Parque
Numa reação de conforto e comodidade Constance levanta-se e veste sua roupa de festa e sai ao encontro de um repugnante para lhe divertir passa por um parque de diversões famoso na cidade entra e almeja um desses será o meu delírio,segue em direção ao escuro do parque espera anoitecer e logo aparece seu individuo de forma vulgar chega nela com mãos e fazendo coisas que Constance repudia em um ser mais logo começa a brincadeira ela propoem um jogo de esconder mal sabe ele que as brincadeiras de Constance são verdadeiras ela se vira e faz com que ele tente se esconder dela mais ele esperto fica atrás dela e a puxa por tras fazendo que seu corpo sinta o dela ela o leva para o lugar mais escuro do parque faz-lhe carinhos comuns há um homem ele cai em tentação ela o morde e arranca-lhe um pedaço da buchecha ele corre ela é rápida o encurralou dentro de um daqueles castelos que há em parques começa a diversão de Constance ele treme como um ratinho acuado mais ela grita grita que o quer se aproxima dele e arranca suas vestes se delicia com o medo em seus olhos e ruídos de pedidos de socorro ela o fecha num carrinho e corta-lhe os dedos dos pés assim não poderá ir tão longe ela ri enquanto ele sangra como uma rosa esmagada nas mãos daquela mulher Constance o acorrenta nos trilhos do tal carrinho e liga o brinquedo que chega até o homem e corta-lhe as pernas ele grita sangue jorra e num súbito ato de misericórdia ela decepa sua cabeça e lavada de sangue mais com sorriso nos lábios joga-lhe pétalas de rosas e diz:_Diversão de uns morte de outros e sai pelo túnel escuro linda e bela.

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