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Derramarei a última gota vermelha na estrada da ilusão deste sangue que goteja demarcando uma paixão.

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Obra
Repare no relógio dele aqueles de camelô barato jeito de pião de obras ignorante que trata as mulheres como objeto presa fácil mais como Constance está com um pouco de pressa é ele quem ela escolhe começa todo o ritual sedução cabelo, olhares, gestos, em questão de minutos ele está como cachorrinho atrás dela hoje Constance está afim de se arriscar leva-o para um edifício em construção aquele cenário rustico e inacabado mexe com o extinto de Constance logo passa em sua cabeça para muitos doentia  milhares de forma de sentir prazer em definhar aquele ser, pensa em reconstruir  aquele homem ela sorri ele chega perto ela o amarra em uma das varias colunas que há ali Porque eles sempre acham que é uma brincadeirinha serem amarrados? Com insinuações em seu ouvido Constance rasga-lhe as vestes e o arranha vorazmente como um lobo, ele apenas diz para ela ir com calma ela logo acha um canivete em seu bolso e com ele começa a escrever em seu peito sua carne pulsa seu coração acelera ouve-se muitos gritos e claro como não pode faltar sangue muito sangue escorre no corpo daquele homem Constance percorre a obra e acha uma furadeira ela se encanta pelo barulho que a furadeira faz e a traz sorri para ele e começa furo por furo em seus braços Constance o chama de pião ele agoniza e não têm mais forças para gritar ela anda mais um pouco e acha uma arma de pregos dá-lhe um beijo e se coloca a frente dele mira seu rosto, pois Constance não quer lembrar ele depois, dispara erra muitos mais acerta os necessários para que ele morra Constance ri muito alto deixa suas pétalas e vai como uma leve brisa linda e bela.

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